E sobre tudo quanto parece, sobra, medo,
Sobrepuja ao baque lancinante, pluma e
Adormeço e não meço, incrédulo, imerso
Vigio este caos insone em sonho, acordo
Não difiro, Delfos ou psicoterapia
Mas definho, de fininho, sobre lânguido
Fio que percorro em vida sobre o abismo
A ponta de um apontamento sobre o medo,
ResponderExcluirPsicopatia de um oráculo de Delfos
Trapezista, equilibrista, maquinista, surfista de trem
Dorme e acorda
A corda no pescoço
O amor de duas meninas, em sonho
Beijos e seios
"Fica nesse mundo desgraçado comigo"
O amor delas estava escrito nas estrelas
O medo de apontar, e despontar no horizonte
Poemas, aula de inglês
I am going to die
Tomorrow
'Baby como é difícil é viver, como é difícil, ai ai'
Tentou se matar e fugiu
Tentou viver e sumiu
Assumiu a culpa
A cúpula
Colar
Cupular
Pular o abismo
Aterrissar Aterro Aterrorizar Autista Artista Atrevida,
Atrela à vida
Pelo olho de vidro de quem é cego e vê mais
Ver mais, vermelho
Comunista
Militar
Militante
Delirante
Ressonante
Destoante
Vivo!
Amor teço, tênue fio
ResponderExcluirSutil mortiço de vésper
Neste caos bacante
Copular e arrefecer
Baque ao acordar
Lânguido, cor dadá
Olho vítreo estarrecido
Volição Platônica
Volúvel e lapidado
Carcomido emaranhado
Sensação sem ação
Arranho reso, vivo
*Era teso, e não reso, mas foge de mim. haha
ResponderExcluirArranho teso e rezo :D
ResponderExcluirVivo la vie en rose