eixo do trapezista funâmbulo
faíscas insones de filigranas
engrenagens do tempo
drenagens da alma
ossos, ensaios
desmaios

terça-feira, 29 de maio de 2012

Trago o sono, intrépido, entre lençóis, , travesseiros babados, o cobertor no chão, em sonho covarde, fluido junto a cortina fechada. Sem sol neste rol de tolices , em transe sonar, com a porta aberta,  olhos fechados, peito aberto, pulmões, enrolado como tabaco queimo entre os panos.

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