eixo do trapezista funâmbulo
faíscas insones de filigranas engrenagens do tempo
drenagens da alma
ossos, ensaios
desmaios
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
ocupar cada segundo, obstruir cada espaço a construir a casca, tênue lânguida casa, se desmancha antes da primeira nevasca à poeira seca que inala, passos soltos, envolto ao entorpecimento de quem não pensa além do casulo imutável. teia de consternações, tela de complicações e fragilidades insones. intrépido escrito, ensejo artifício, ultrapasso, carnificina, pode doer, não me importo. vou sair, estou ficando velho, parei com isso.
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"tudo o que é sólido se desmancha no ar..." (Marx)
ResponderExcluirestoicizar a poesia calidoscópica, riso contido, constrange, confrange, distante, tangente, latente... não posso mais falar. as palavras já não me cabem mais. "deixa as palavras à poesia..." (Vinicius)
porém, resta dizer-te, enfim, mais uma citação, pirrônica, afinal? do nosso querido e também estoico Quintana: "As únicas coisas eternas são as nuvens." poeticidades papilonáceas para ti.
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