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terça-feira, 2 de agosto de 2011

a dor meço

Parece ambivalência essa opulência, magnificência, revestida de arrogância e hostilidade, um ultimo suspiro da noite arrefecida às duas da manhã, da indiferença sonsa e imaculada, vitimizada por um pedido de desculpas. Estratagema estratosférica ! Um dia exilado em minha terra, eximido dos grilhões que ditam os passos, exíguo em infindo espaço, onde tudo e nada eram coisa unica. E vem este vernáculo, indômito, antídoto, em veneno. Murado, lamentos escritos por unhas e sangue, distorço o vocabulário infante . Infâmia, fronte a fonte da vida sublime e escoa a partida, repartição de almas, e órgãos, em grãos, miríade de palavras desesperadas por uma ofensa que resplandeça amorfo e vítreo sua dureza cristalizada, antes que se dilua ostensível em olhos alheios.

Um comentário:

  1. vítreo vitral vitrola vitra vitta
    assinado: Frílaba, a assassina.

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