eixo do trapezista funâmbulo
faíscas insones de filigranas
engrenagens do tempo
drenagens da alma
ossos, ensaios
desmaios

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tempoesia

Oprimir-se poema
Aurora de Outrora

Claustro ancião
Negro antes da pólvora

Confrangido em sobejo de ventos alísios
Carrego terráqueo uma Bússola de Mercúrio

Brisa brasiliense
Antítese Boreal

2 comentários:

  1. Brisa brasiliense, antítese Boreal. Voa Trapezista patriota da infância marginal.
    Um poema de Lucas Lara me mostrou este aqui, escrito sem saber, por ele e por mim.

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  2. gostei dos textos.

    só passei aqui pq vc visitou meu orkut.


    beijos.

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