
Ando manco e tanto, braço torto abraço roto
Olho vejo, percebo, percevejo
Protejo-me Casular de minha mente-rosa
Escafandro funesto
Me desacredita e gorja
Debelado, esmoreço e respiro
Perco-me entre fronteiras da impessoalidade e do amar
Decanto em cada pranto o que sou aos extremos
Amo em alma dele enquanto não caibo mais em minha própria
Não respiro, não sou, não sim, não sei.
percebo, percevejo. trapezista, me des-exista.
ResponderExcluirass Frilaba.
Adorei os desenhos, que já conhecia, ha.
ResponderExcluir"Decanto em cada pranto o que sou aos extremos
ResponderExcluirAmo em alma dele enquanto não caibo mais em minha própria" lindo.