eixo do trapezista funâmbulo
faíscas insones de filigranas
engrenagens do tempo
drenagens da alma
ossos, ensaios
desmaios

terça-feira, 13 de julho de 2010

mente-rosa


Ando manco e tanto, braço torto abraço roto
Olho vejo, percebo, percevejo
Protejo-me Casular de minha mente-rosa

Escafandro funesto
Me desacredita e gorja
Debelado, esmoreço e respiro

Perco-me entre fronteiras da impessoalidade e do amar
Decanto em cada pranto o que sou aos extremos
Amo em alma dele enquanto não caibo mais em minha própria

Não respiro, não sou, não sim, não sei.

3 comentários:

  1. percebo, percevejo. trapezista, me des-exista.
    ass Frilaba.

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  2. Adorei os desenhos, que já conhecia, ha.

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  3. "Decanto em cada pranto o que sou aos extremos
    Amo em alma dele enquanto não caibo mais em minha própria" lindo.

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