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| La Niña Santa, Lucrecia Martel |
Travou-se leve contra o corpo daquela à sua frente, um médico diagnosticado pelo pecado. Transou a alma do tempo,atravessou a menina como fogo. Trincou o olhar vítreo de sua devota, devassa, impotente médico e paixão, agora não corresponde às próprias expectativas. Perdeu-se antes de entender o que sentia, já não servia, ou escondeu-se de sua ânsia talvez vista como libertina, a quem nunca pode o ter servido. Incrédulo e servo de ninguém, iludiu-se intricado por deixar-se ser. Traçou o estorvo das sinas lançando o mundo de si, vulgarizado pela hipocrisia e moral do que nunca se soube o amor ou o quê. O mistério deste homem quase mau, o vermelho pujante da carne adolescente, a sede de compreensão na seca de minha fuga.

uma menina se descobrindo, abrindo-se para o mundo; retratos da inocência influenciada pela malícia alheia. (a gente viu esse filme com nossos amigos o/ oi)
ResponderExcluircom os nosso amigos nada santos.
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