Não é belo
Não inspira
Não respira
Não exime
Não preenche
É ausência
Decadência
Inexistência
No mesmo peito o peso morto, preso. Assombrado na multidão, cego, invisível, irrisório. Passado remoto de controle sem pilha, cinema noir, sombra insustentável que não se dissipa nem incorpora. Incorpóreo. Atado intransitável, devorado com pena e tudo, sem piedade. Depenado, vago, vagueia, vagabundo sem sina, no sinal fechado, atarracado no açoite dos dias deletérios, absorto no deleite de vazios afoitos, na verborragia errante, na covardia de principiante.
Insensato nato
ResponderExcluirPrognóstico incerto
Agnóstico ascético
Anti-poético
Confuso
Obtuso