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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Ser tão grande e impessoal
O sertão não sai de mim, chego com a esperança em flor e afloro a ânsia terna de semear amor na alma como faz o cerrado na terra vermelha. Eu, ser tão pequeno nessa cidade em transe e intransitável, hipnotizada por outdoors e telas vazias de cinema, percorro e corro pelo braço e cabelos, inebriado num vislumbre de paz, quero ocupar o sertão de mim. Me reconhecer nas chapadas e suas águas. Não emudecer entre as estradas e vozes dessa cidade desenganada.
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cidade de vidro e barro...
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